Foto: Fonte Wikipedia
Reza, não a lenda, mas a História que a expressão “Conta de Padeiro” tem origem no reinado de Henrique VIII, na Inglaterra.
O monarca editou a Assize of Bread and Ale sobre produção de alimentos, tais como pão e cerveja. A lei buscava punir com severidade aos padeiros que enganassem clientes cobrando multas. Para tentar evitar essas punições, os padeiros locais passaram a entregar 13 pães para cada dúzia comprada.
Assim, origina-se, na forma aportuguesada a “conta de padeiro”, ou em inglês “baker´s dozen”.
Essa pequena introdução é para chamar a atenção para algumas pequenas “contas” que em várias oportunidades deixamos passar ao largo, sem dar a importância devida:
A número um vai para o exemplo da compra a vista ou a prazo, num artifício muito usado pelo comércio e que insinua o mesmo valor para as duas condições. Ou seja, em determinada oportunidade, ao examinar uma oferta de um bem por R$ 100,00 ou em 3x “sem acréscimo”, mas com uma pequena observação que nos diz que se pagarmos ' a vista” teremos 10% de desconto, ou seriam R$ 90,00, verificaremos um acréscimo de 10,00 para a condição a prazo (em 03 vezes). É uma pegadinha muito comum, que alguns lojistas ainda usam, mesmo com o Código de Defesa do Consumidor exigindo clareza nos preços e juros.
A número dois vai para o CET (Custo Efetivo Total) de um empréstimo ou financiamento. Em uma página do site do Banco Central do Brasil podemos ter os esclarecimentos necessários sobre o tema, o endereço é:
Vale a pena dar uma olhada e questionar ao seu gerente “financiador” o Custo Efetivo Total. Certamente haverá surpresa na taxa de juros que você “não vê” claramente. A matemática é exata, já dizia minha professora lá atrás, na escola primária.
Nenhum comentário:
Postar um comentário