segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Custo Brasil, Custos Legais, Lei para Quem?

O já famoso Custo Brasil das exportações é muito falado, mas neste post gostaria de expor outro custo pouco percebido e que onera ou “retarda” o giro da economia de muitas cidades, especialmente as litorâneas que vivem fundamentalmente do mercado imobiliário, o custo dos cartórios (a ideia nem é apontar o custo de escrituras, certidões e outras declarações).
                Quem já não fez um negócio de compra e venda de imóvel e só “aguardou” sentado, evidentemente, pela boa vontade da análise de documentos e confecção de escritura do imóvel em um tempo “hábil” de uns 30 dias? Detalhe, em alguns, a simples troca de um documento, mesmo que realizada no mesmo dia do apontamento, suscita o início de uma nova contagem de tempo para nova análise de TODA documentação.
                Corretores e prefeitos, especialmente, sabem dizer quanto perdem por essa demora no “giro” e concretização de negócios? Pois, como o dinheiro não gira, esperando a “liberação dos papéis”, outros negócios ficam mofando, esperando a liberação um do outro.
                Outro comentário pertinente é quando dos registros de partilhas e inventários. Aquilo que pertence aos herdeiros por DIREITO, é mastigado por advogados, cartórios, governos municipais, estadual e federal. Ou seja, quantas famílias, não tem que vender um bem para poder pagar o advogado e todos os outros tributos e taxas, para finalmente dividir o espólio que é seu de direito, por sucessão?
Será que em algumas situações não dá para a legislação ser mais rápida e, principalmente, sem custo?
Imagem: Google

Nenhum comentário:

Postar um comentário